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	<title>Comentários sobre Inacabado</title>
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	<description>REVERBERAÇÕES DE FELIPE CAMILO</description>
	<lastBuildDate>Fri, 19 Jun 2009 03:19:31 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre Estrangeiro por Jamie</title>
		<link>http://inacabado.wordpress.com/2009/06/19/estrangeiro/#comment-27</link>
		<dc:creator>Jamie</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 03:19:31 +0000</pubDate>
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		<description>De fato, às vezes dá mesmo vontade ser um funcionário público engravatado, uma dona de casa gorda de bobs na cabeça. A vida dessas pessoas é tão programada que chega a ser invejável. Que preoucupação se pode ter quando o “nossu sinhô jésuis” já pensou em tudo, no que deve e no que não deve ser feito.

Prefiro-lhe poeta do tédio, prefiro-lhe como o amigo que o engravatado diz, perdeu-se.

De qualquer forma, eu jamais poderia lhe ajudar com as gravatas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De fato, às vezes dá mesmo vontade ser um funcionário público engravatado, uma dona de casa gorda de bobs na cabeça. A vida dessas pessoas é tão programada que chega a ser invejável. Que preoucupação se pode ter quando o “nossu sinhô jésuis” já pensou em tudo, no que deve e no que não deve ser feito.</p>
<p>Prefiro-lhe poeta do tédio, prefiro-lhe como o amigo que o engravatado diz, perdeu-se.</p>
<p>De qualquer forma, eu jamais poderia lhe ajudar com as gravatas.</p>
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		<title>Comentário sobre Quem me responde que não a morte? por Netu</title>
		<link>http://inacabado.wordpress.com/2008/07/30/quem-me-responde-que-nao-a-morte/#comment-25</link>
		<dc:creator>Netu</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 15:33:34 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Morte, morte, morte q talvez seja o segredo dessa vida...&quot;</description>
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		<title>Comentário sobre Quem me responde que não a morte? por Paloma</title>
		<link>http://inacabado.wordpress.com/2008/07/30/quem-me-responde-que-nao-a-morte/#comment-24</link>
		<dc:creator>Paloma</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 00:29:22 +0000</pubDate>
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		<description>De qualquer forma, bonito.
Por que não, né!?
Talvez não o assunto mas a forma com que foi escrito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De qualquer forma, bonito.<br />
Por que não, né!?<br />
Talvez não o assunto mas a forma com que foi escrito.</p>
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		<title>Comentário sobre Madre Petrea por camilokardozo</title>
		<link>http://inacabado.wordpress.com/2008/08/24/madre-petrea/#comment-23</link>
		<dc:creator>camilokardozo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 03:46:37 +0000</pubDate>
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		<description>vejo uma revelação: a Plita morava na colina dos teletubies ahuahuahua brincando, brincando... 

Cara, a casa a que me refiro e que morei era a tipica moradia do centro da cidade do tempo dos nossos avós, calaro, estreitada pela especulação imobiliária dos últimos vinte anos que desdobrou 4 casas de cada casarão dalí. Os seus traços são semelhantes ao que hoje tentam restaurar no dragão do mar, apesar dela não ter pavimento superior. 

Pois é, o novo dono resolveu &quot;modenizá-la&quot;. 
Nota: Ele tem a idade dos nossos avós!&quot;

Moral da História: Plita-Dipsy está certa &lt;i&gt;&quot;Essa cidade não respeita os mais velhos. Não mesmo. Não quer ter História&quot;&lt;/i&gt; complemento apenas dizendo que nossos velhos desejam se apagar...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>vejo uma revelação: a Plita morava na colina dos teletubies ahuahuahua brincando, brincando&#8230; </p>
<p>Cara, a casa a que me refiro e que morei era a tipica moradia do centro da cidade do tempo dos nossos avós, calaro, estreitada pela especulação imobiliária dos últimos vinte anos que desdobrou 4 casas de cada casarão dalí. Os seus traços são semelhantes ao que hoje tentam restaurar no dragão do mar, apesar dela não ter pavimento superior. </p>
<p>Pois é, o novo dono resolveu &#8220;modenizá-la&#8221;.<br />
Nota: Ele tem a idade dos nossos avós!&#8221;</p>
<p>Moral da História: Plita-Dipsy está certa <i>&#8220;Essa cidade não respeita os mais velhos. Não mesmo. Não quer ter História&#8221;</i> complemento apenas dizendo que nossos velhos desejam se apagar&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Madre Petrea por Plita</title>
		<link>http://inacabado.wordpress.com/2008/08/24/madre-petrea/#comment-22</link>
		<dc:creator>Plita</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 02:33:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://inacabado.wordpress.com/?p=32#comment-22</guid>
		<description>&quot;Os lugares, quando somos pequenos, parecem maiores, mais belos&quot;. Com certeza, J.

Camilo, meu ser querido... a casa onde morei tinha uma palmeira que cresceu comigo. Tinha grama verdinha e flores de várias cores no jardim, na frente. O novo dono cimentou tudo. Foi-se o verde. Veio o cinza. Aquele cinza feio de resto de obra no asfalto.
As janelas de madeira, estilo venezianas, ganharam grades enormes, pretas, ameaçadoras. Quase como aqueles negócios que se colocam nos cães (focinheiras)?

Sua casa era dos anos 30? Devia ser de arquitetura simples, singela, mas bem característica. Essa cidade não respeita os mais velhos. Não mesmo. Não quer ter História, nem histórias.

Os riscos que a J fez nas paredes da casa dela me lembram os papéis que enrolei cuidadosamente e espalhei dentro dos tijolos furados que foram usados na reforma lá de casa. Com a parede ainda sendo feita, lá ia eu com um bilhetinho : &quot;Nessa casa morou uma família muito, muito, muito feliz&quot;.  &quot;Se você encontrar esse papel um dia, saiba que ele foi escrito em 1996 e o mundo naõ deve ter mudado muito até o momento em que vc estiver lendo isso&quot;.

p.s.: a foto tá tristemente urbana.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Os lugares, quando somos pequenos, parecem maiores, mais belos&#8221;. Com certeza, J.</p>
<p>Camilo, meu ser querido&#8230; a casa onde morei tinha uma palmeira que cresceu comigo. Tinha grama verdinha e flores de várias cores no jardim, na frente. O novo dono cimentou tudo. Foi-se o verde. Veio o cinza. Aquele cinza feio de resto de obra no asfalto.<br />
As janelas de madeira, estilo venezianas, ganharam grades enormes, pretas, ameaçadoras. Quase como aqueles negócios que se colocam nos cães (focinheiras)?</p>
<p>Sua casa era dos anos 30? Devia ser de arquitetura simples, singela, mas bem característica. Essa cidade não respeita os mais velhos. Não mesmo. Não quer ter História, nem histórias.</p>
<p>Os riscos que a J fez nas paredes da casa dela me lembram os papéis que enrolei cuidadosamente e espalhei dentro dos tijolos furados que foram usados na reforma lá de casa. Com a parede ainda sendo feita, lá ia eu com um bilhetinho : &#8220;Nessa casa morou uma família muito, muito, muito feliz&#8221;.  &#8220;Se você encontrar esse papel um dia, saiba que ele foi escrito em 1996 e o mundo naõ deve ter mudado muito até o momento em que vc estiver lendo isso&#8221;.</p>
<p>p.s.: a foto tá tristemente urbana.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Madre Petrea por Jamie Barteldes</title>
		<link>http://inacabado.wordpress.com/2008/08/24/madre-petrea/#comment-21</link>
		<dc:creator>Jamie Barteldes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 01:13:16 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;E como se minha epiderme começasse a fazer-se dum cimento espesso, afastei-me vagarosamente daquela visão, das ruínas de minha memória.&quot;

Vou buscar memorizar esta frase para quando passar pelas casas que morei.Muito bonita.

Tenho esta horrivel sensação quando passo pela casa que morei na Barão de Aracati. Ou melhor, pelo prédio que ocupa seu terreno. A casa foi derrubada e com ela foram os riscos que tinha feito nas paredes e o espírito infantil de duas crianças correndo e crescendo. 
Impressão parecida tenho também quando vou à serra, com a diferença que tudo lá continua igual, meu receio é até quando. 
Os lugares, quando somos pequenos, parecem maiores, mais belos. Quem faz os lugares que moramos é mais nossa imaginação que os lugares em si.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;E como se minha epiderme começasse a fazer-se dum cimento espesso, afastei-me vagarosamente daquela visão, das ruínas de minha memória.&#8221;</p>
<p>Vou buscar memorizar esta frase para quando passar pelas casas que morei.Muito bonita.</p>
<p>Tenho esta horrivel sensação quando passo pela casa que morei na Barão de Aracati. Ou melhor, pelo prédio que ocupa seu terreno. A casa foi derrubada e com ela foram os riscos que tinha feito nas paredes e o espírito infantil de duas crianças correndo e crescendo.<br />
Impressão parecida tenho também quando vou à serra, com a diferença que tudo lá continua igual, meu receio é até quando.<br />
Os lugares, quando somos pequenos, parecem maiores, mais belos. Quem faz os lugares que moramos é mais nossa imaginação que os lugares em si.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Quem me responde que não a morte? por camilokardozo</title>
		<link>http://inacabado.wordpress.com/2008/07/30/quem-me-responde-que-nao-a-morte/#comment-20</link>
		<dc:creator>camilokardozo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 03:05:48 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Vir-a-ser&quot;! sim, eu também tenho os meus mitos imprecisos sobre e para a morte. A Morte, porém, reside aqui em um fato e não na amplitude do meu pequeno mundo. Mas eu acredito na persistencia de ser inclusive na poeira que eu bati no carpete, dando relevancia a este ato vulgar e vulgarizando grandes lendas imortais cristã (por exemplo). eu estive e tendo estado sempre permanecerei de diversas formas. Algumas pessoas consideram isso bobagem se não forem lembradas em livros e estatuas, mas acredito que meu nome não precisa ser estampado em camisetas ou rubricados nos graos de poeira que mexi para que eu esteja certo de minha permanencia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Vir-a-ser&#8221;! sim, eu também tenho os meus mitos imprecisos sobre e para a morte. A Morte, porém, reside aqui em um fato e não na amplitude do meu pequeno mundo. Mas eu acredito na persistencia de ser inclusive na poeira que eu bati no carpete, dando relevancia a este ato vulgar e vulgarizando grandes lendas imortais cristã (por exemplo). eu estive e tendo estado sempre permanecerei de diversas formas. Algumas pessoas consideram isso bobagem se não forem lembradas em livros e estatuas, mas acredito que meu nome não precisa ser estampado em camisetas ou rubricados nos graos de poeira que mexi para que eu esteja certo de minha permanencia.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Quem me responde que não a morte? por Plita</title>
		<link>http://inacabado.wordpress.com/2008/07/30/quem-me-responde-que-nao-a-morte/#comment-19</link>
		<dc:creator>Plita</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 14:17:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://inacabado.wordpress.com/?p=23#comment-19</guid>
		<description>O começo do texto parece até vc falando. Tua escrita flui naturalmente e toca a tristeza do tema com a leveza da sinceridade que a cada linha parece derramada como um choro. Mas não são lágrimas. Parecem não poder ser outra coisa senão  sinceridade diante de um assunto tão... intocado, como disse a Jamie.

Não consegui identificar resignação total nem desespero. O que você pensa sobre a morte também me parece um vir-a-ser. Se me perguntarem qual a opinião de Felipe Camilo sobre a morte não saberia dizer. No fundo, entenderia uma parte sem, contudo, saber explicá-la a alguém.

Esse texto me soa como um exercício de humanidade. &quot;Ó, o compadecido! O que ama seus semelhantes, mesmo desconhecidos&quot;! Não, não... Humanidade não é só isso. É se descobrir meio cético, meio cínico. Nâo falar com alguém a vida inteira e depois de sua morte perceber que ele faz falta, e que as coisas que ele poderia fazer um dia farão falta. É se identificar com o outro pelo estreito fio da morte, a única coisa igual pra todos. O destino inevitável, temido, incompreendido, intocável e eterno.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O começo do texto parece até vc falando. Tua escrita flui naturalmente e toca a tristeza do tema com a leveza da sinceridade que a cada linha parece derramada como um choro. Mas não são lágrimas. Parecem não poder ser outra coisa senão  sinceridade diante de um assunto tão&#8230; intocado, como disse a Jamie.</p>
<p>Não consegui identificar resignação total nem desespero. O que você pensa sobre a morte também me parece um vir-a-ser. Se me perguntarem qual a opinião de Felipe Camilo sobre a morte não saberia dizer. No fundo, entenderia uma parte sem, contudo, saber explicá-la a alguém.</p>
<p>Esse texto me soa como um exercício de humanidade. &#8220;Ó, o compadecido! O que ama seus semelhantes, mesmo desconhecidos&#8221;! Não, não&#8230; Humanidade não é só isso. É se descobrir meio cético, meio cínico. Nâo falar com alguém a vida inteira e depois de sua morte perceber que ele faz falta, e que as coisas que ele poderia fazer um dia farão falta. É se identificar com o outro pelo estreito fio da morte, a única coisa igual pra todos. O destino inevitável, temido, incompreendido, intocável e eterno.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Quem me responde que não a morte? por Jamie Barteldes</title>
		<link>http://inacabado.wordpress.com/2008/07/30/quem-me-responde-que-nao-a-morte/#comment-18</link>
		<dc:creator>Jamie Barteldes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 02:43:19 +0000</pubDate>
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		<description>Não aprecio o assunto, considero a morte um assunto meio intocável, meio sagrado demais, morro de medo dela, de suas consequências, de sua inevitabilidade.

&quot;E todos conhecem e se identificam com aquele quem morre, todos lamentam, por si ou pelo outro ou pelos dois. Esta é a aliança dos homens com seu fim, uma fraternidade, paradoxalmente, eterna.&quot;

É verdade, é o que a todos aguarda, um de uma pedrada, outra de um acidente trágico, outro simplesmente acordará e de um mal súbito fenecerá. Há um acordo subentendido que ilustra o &quot;meus pêsames&quot;. Aliás, atualmente as pessoas dizem &quot;meus sentimentos&quot; ou &quot;desculpa&quot;. E, este último, me parece o mais legítimo de todos. Desculpe-me por tocar em um assunto assim tão mórbido, assim tão intocado.

Bonito texto, assunto sobre o qual não falo muito, mas pra vc eu abro uma exceção;D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não aprecio o assunto, considero a morte um assunto meio intocável, meio sagrado demais, morro de medo dela, de suas consequências, de sua inevitabilidade.</p>
<p>&#8220;E todos conhecem e se identificam com aquele quem morre, todos lamentam, por si ou pelo outro ou pelos dois. Esta é a aliança dos homens com seu fim, uma fraternidade, paradoxalmente, eterna.&#8221;</p>
<p>É verdade, é o que a todos aguarda, um de uma pedrada, outra de um acidente trágico, outro simplesmente acordará e de um mal súbito fenecerá. Há um acordo subentendido que ilustra o &#8220;meus pêsames&#8221;. Aliás, atualmente as pessoas dizem &#8220;meus sentimentos&#8221; ou &#8220;desculpa&#8221;. E, este último, me parece o mais legítimo de todos. Desculpe-me por tocar em um assunto assim tão mórbido, assim tão intocado.</p>
<p>Bonito texto, assunto sobre o qual não falo muito, mas pra vc eu abro uma exceção;D</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Éimpossível, a solidão. por Georgia</title>
		<link>http://inacabado.wordpress.com/2008/06/03/hello-world/#comment-11</link>
		<dc:creator>Georgia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 02:11:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-11</guid>
		<description>Passando para deixar um &quot;oi&quot; e um &quot;seja bem vindo &quot; ao mundo virtual. Escreva muito e divirta-se.

Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Passando para deixar um &#8220;oi&#8221; e um &#8220;seja bem vindo &#8221; ao mundo virtual. Escreva muito e divirta-se.</p>
<p>Abraços!</p>
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